Portal Revista Sócio-Cultural de Escritores
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ARY CARLOS MOURA CARDOSO ainda não recebeu nenhum presente
Poética libertadora medra na esquina crítica da brutalidade da vida com a imaginação criadora. Aquela (vida) impede esta de cair em puras frivolidades estético-ideológicas. Não se trata de testemunho no sentido histórico, mas é histórico naquilo que evoca incitando a transformações.
As metáforas são “mentiras-verdadeiras” que frustram abordagens simplistas ou dogmáticas.
Poética libertadora “é múltipla e explosiva, respondendo de diversas maneiras às urgências do momento”. Nela, a estrutura profunda ataca doutrinações, poéticas de rebanho e tudo o que aponte para uma espécie de “falência do raciocínio”.
Enfim, poética libertadora é inimiga de mímesis conservadoras, de massificações, de trivialidades.
Sei o pensamento de alguns: “sobre essa coisa (morte) não se deve falar”. As batalhas no adiamento dela minam estranhos velamentos de sua inexorável potência: vamos morrer. Fenômeno indomável por excelência, a morte deve ser tratada como natural, familiar e próxima. Encará-la como algo amedrontador, inimigo e macabro é a negação do próprio filosofar. Estou com Montesquieu: “Filosofar é aprender a morrer”. Não é sintomático que a angústia, melhor, que o medo da morte tenha se…
ContinuarPostado em 17 maio 2012 às 12:52
Cristo jamais será, digamos, “daquele tempo”. Ele o é do “Tempo Atual”. Amor, verdade, alegria, perdão e esperança são a essência do seu Evangelho. Esclerosados de autossuficiência: “Ele nos escuta, logo existimos”. Sem a perda da alma, alerta-nos, ela continuará morta. Narciso é estéril, se alimenta apenas do “eumismo”. Não consegue ouvir a voz do Mestre: “Levanta-te”.
Postado em 15 maio 2012 às 11:41
Postado em 13 maio 2012 às 13:02
Que nossos filhos sejam como plantas viçosas e nossas filhas como pedras angulares lavradas como colunas de palácio.
Salmo 144:12
Quisera ser sábio (em que pese o fato de Salomão alertar: “Ouve a teu…
ContinuarPostado em 11 maio 2012 às 11:03
O Porteiro das manhãs molda cérebros
e castelos
e pensamentos de uvas-Hal.
O matagal on-line esfarela verdades,
vale a eficiência da varredura:
bebamos os hiperlinkes.
Na web, não Lemos: há Baudelaire barroco,
o novo…
ContinuarPostado em 9 maio 2012 às 13:15
Carlos Roberto (Agamenon Troyan) disse...
CINCINATO PALMAS AZEVEDO comentou a postagem no blog POBRE BRASI de CINCINATO PALMAS AZEVEDO
Zaymon Zarondy comentou a postagem no blog APELO de Ana Barbara de Santo Antonio
Clark Bruno comentou a postagem no blog AMADOS IRMÃOS - Falando de Deus! de Carlos José Soares
Luiz Dias Vasconcelos comentou a postagem no blog Haicai de Sueli Fajardo
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Marlucia Divina da Silva Medeiro comentou a postagem no blog Aprendi com as formigas! de Marlucia Divina da Silva Medeiro
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Eliane Accioly comentou a postagem no blog Folhas (trova) de Jorge Cortás Sader Filho
Marcia Portella comentou a postagem no blog Densidade de Marcia Portella
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Luiz Dias Vasconcelos comentou a postagem no blog Densidade de Marcia Portella© 2012 Criado por Ana da Cruz.